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Torcida sofre em Recife com eliminação do Brasil para a Noruega e sósia de Paquetá analisa a queda

Após derrota por 2 a 1 com dois gols de Haaland, influenciador Diego Caldas avalia passividade em campo no EgoTime; craque paraibano Matheus Cunha e atacante Endrick foram os pontos elogiados.

O roteiro do torcedor brasileiro ganhou contornos de drama e frustração coletiva na Arena Nº1, no Recife. Após um início de Copa empolgante, o Brasil esbarrou no forte sistema tático da Noruega. A torcida recifense, que lotou o espaço com muita energia, viveu uma verdadeira montanha-russa de emoções: da esperança de um pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães no primeiro tempo ao silêncio absoluto quando a estrela norueguesa balançou as redes duas vezes na reta final da partida. O gol de honra marcado por Neymar, de pênalti nos acréscimos, serviu apenas como um doloroso desfecho para a campanha.

⚽ A Análise Técnica do “Diego Paquetá”

Convidado para debater o desempenho da Seleção no programa, Diego Caldas — que viu suas redes sociais efervescerem nas últimas semanas, saltando para 13 mil seguidores no Instagram e 16 mil no TikTok — não poupou críticas à postura do elenco em campo, embora defenda a permanência da comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti.

“Na minha opinião, a gente tinha chances de ganhar o jogo. A gente jogou melhor o primeiro tempo, inclusive. Tivemos muito mais chances de gol do que eles. Eu acho que o nosso erro, e que todo mundo está falando nas redes sociais, é que fomos uma seleção passiva. A gente esperou muito deles. Os meninos não corresponderam à responsabilidade de vestir a camisa mais pesada das seleções. A gente tem a camisa mais pesada e jogamos como uma seleção pequena”, avaliou o influenciador.

Diego também destacou o faro de gol do carrasco brasileiro, apontando a letalidade do ataque adversário: “O Haaland fez os dois gols. Para você ter uma noção, ele é o jogador que tem mais gols com menos toques na bola. O cara sente o cheiro de gol. Ele é um dos artilheiros da Copa, com sete gols em cinco jogos. Não era uma seleção fraca, é uma das cotadas para vencer o Mundial, mas era um jogo que o Brasil podia ganhar, sim”.

🪗 O Desfalque de Paquetá e o Orgulho Paraibano

Durante a efervescência das interações com os internautas no painel do portal, muitos torcedores apontaram que a ausência do verdadeiro Lucas Paquetá desarticulou o setor de criação da equipe no meio de campo. Diego concordou com o público sobre a importância do atleta.

“Muita gente criticou o Paquetá nos quatro primeiros jogos, falavam que ele era irrelevante. O pessoal tem essa síndrome de vira-lata por ele jogar em clube brasileiro e acaba menosprezando. Mas todo mundo viu agora que ele era relevante, sim. O cara fez muita falta no meio de campo, que ficou ali perdido, com passes errados e sem assistências”, destacou o sósia.

Apesar da tristeza da eliminação, a bancada do programa fez questão de enaltecer o papel dos atletas nordestinos, com foco especial no atacante paraibano Matheus Cunha, que honrou a camisa e se consolidou como uma das lideranças do grupo na competição. Diego elogiou a postura do conterrâneo de João Pessoa.

“Eu vi muita entrevista do Matheus Cunha e ele era uma das pessoas que segurava essa narrativa de que as outras seleções têm que ter medo da Seleção Brasileira. Faz tempo que não somos o único país do futebol, mas ainda somos os únicos pentacampeões. Ele segurava esse respeito nas entrevistas e honrou demais a camisa. Foi um dos grandes destaques dessa Copa”, celebrou.

O encerramento da transmissão contou com um momento de descontração e efervescência cultural na passarela do estúdio: Emiliano Gomes e Diego Paquetá deixaram a tristeza de lado e reproduziram ao vivo a famosa coreografia do “passinho do Paquetá”, garantindo a alegria da torcida que, agora, foca as atenções no ciclo profissional para a Copa de 2030.

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