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Lugares de medo: Casarões, senzalas e igrejas de Cruz do Espírito Santo são marcados por relatos paranormais

Em matéria especial, EgoTime visita casarão de ex-senhor de engenho e cemitério do século XIX, locais que, segundo moradores, carregam uma “energia pesada” e relatos de aparições.

Casarão do Zé Fernandes (Foto: Reprodução / REDE B TV)

Cruz do Espírito Santo, no interior da Paraíba, guarda em seus monumentos e construções antigas um acervo de histórias que remetem ao sofrimento e à injustiça. Em uma reportagem especial, a equipe do programa EgoTime, da REDE B TV visitou locais que, segundo relatos de moradores, são marcados por fenômenos paranormais e energias densas, revelando um lado sombrio do município.

A jornada do repórter Diego Wendell começou pelo Casarão do Zé Fernandes, um antigo senhor de terra, e as ruínas de um casarão vizinho que abrigava senzalas. O local, que possui uma história pesada ligada ao período da escravidão e ao comando dos engenhos, é apontado pelos guias locais como um ponto de energia sobrecarregada. Os moradores relatam aparições de luzes em um ambiente que não possui energia elétrica e até a visão de pessoas vestidas de branco. Um dos guias, Jeferson, contou que, mesmo o casarão não sendo uma construção grande, ele se perdeu dentro do imóvel, demorando cinco minutos para encontrar a escada de descida.

Energia Pior que o Casarão

A experiência de maior impacto, no entanto, foi sentida diante de uma igreja abandonada na cidade. Diego, que inicialmente demonstrou ceticismo, relatou ter sentido calafrios e percebido a porta do templo mexer, mesmo estando travada. Relatos de moradores indicam que a igreja, que está abandonada há mais de 15 anos, atrai uma energia intensa por conta de pessoas doentes que a procuravam. O repórter afirmou que a sensação de medo na igreja foi “pior do que a sensação do casarão”.

Igreja abandonada (Foto: Reprodução / REDE B TV)

A equipe de reportagem também visitou o Cemitério do Desterro, uma construção que data de 1869. Segundo os guias locais, o cemitério é pequeno para a cidade, o que significa que o solo está saturado. Moradores relatam sentir um “peso na moto como se tivesse alguém na garupa” ao passar em frente ao local. Após deixar a cidade, Diego Wendell relatou ter sentido um “peso muito grande” na mente, que atribuiu à tensão das energias sentidas durante as visitas.

Cemitério do Desterro (Foto: Reprodução / REDE B TV)

Assista a Reportagem:

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